27 novembro 2009

TÁ RUIM? PODIA SER PIOR...

Esclarecimentos sobre a diferença entre: BOM , RUIM e TERRÍVEL.

BOM : Sua esposa está grávida.
RUIM : São trigêmeos.
TERRÍVEL : Você fez vasectomia ano passado e não contou prá ninguém.

BOM : Sua esposa não fala mais com você.
RUIM : Ela quer o divórcio.
TERRÍVEL : Ela é advogada...

BOM: Seu filho passou da puberdade.
RUIM: Ele está envolvido com a vizinha da frente.
TERRÍVEL: Você também está.

BOM : Seu marido entende de moda feminina.
RUIM: Usa a sua roupa.
TERRÍVEL: Fica melhor nele que em você.

BOM : Você decide dar aula de educação sexual para a sua filha.
RUIM : Ela te interrompe várias vezes.
TERRÍVEL: Corrigindo você.

BOM: Sua filha arranjou seu primeiro emprego.
RUIM: De prostituta.
TERRÍVEL: Seus colegas do futebol e do trabalho estão todos ficando clientes dela.
MAIS TERRÍVEL AINDA : Ela está ganhando 10 vezes mais que você e disse que vai reformar a casa e te dar um carro novo.

BOM: Você arranjou uma gata quente para bater papo via CHAT... Começou no erótico, partiu pra sacanagem e descambou para a ########### pura.
RUIM: não agüentando de tesão você resolve se revelar. Ela responde que conhece você muito bem e que não vai dar para continuar porque você não passa de um grande canalha e, ainda por cima, vai contar para a sua mulher!
TERRÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍVEL: Era sua sogra!

MORAL DA HISTÓRIA:
Tá ruim? Não reclama... Aprenda a sorrir de seus problemas e não terá razões para deixar de sorrir!
Loucura é fazermos sempre as mesmas coisas e esperarmos por resultados diferentes!

PROJETO ANDARILHO

Meu nome é Jorge Leite de Siqueira, tenho 45 anos, moro em Fortaleza (CE), sou escritor mas nunca publiquei um livro. Escrevo poesias, contos e já escrevi alguns livros, tais como o FAROESTE CABOCLO - O LIVRO, que conta a saga de João de Santo Cristo, como a música de Renato Russo e a Legião Urbana. Na verdade, o que fiz foi detalhar a música. O livro vazou para a Internet via pdf e fez muito sucesso. No entanto, nenhuma editora topou publicar o livro.

Mas, o que quero preparar através deste Projeto é preparar uma aventura envolvendo simplesmente a mim e a um personagem que criei, o poeta andarilho.

O poeta andarilho é um personagem que criei, escrevi um livro com suas aventuras onde ele sai de Americana (SP) e, passando por diversas cidades chega em Maxaranguape (RN), onde se faz o desfecho do livro.

Agora, com o intuito de divulgar o meu trabalho quero fazer uma viagem, a pé, percorrendo toda a BR116 que sai daqui de Fortaleza e vai até o Rio Grande do Sul. Serão aproximadamente 4 mil quilômetros que pretendo caminhar.

Para caminhar tanto, e sem dinheiro, quero preparar um projeto onde os meus amigos orkutianos e msnianos poderiam colaborar comigo, divulgando meu trabalho, dando-me comida e o que for possível. Tenho muitos amigos mas tenho que fazer muito mais para que a viagem seja bem sucedida.

Então, a princípio é isso. Brevemente dou mais detalhes...

15 novembro 2009

Poesia – Prancha

O carro chega
As pessoas descem
As mesas enchem...

Alguém grita:
- Traz a prancha!

Fiquei feliz!
Estou entre surfistas
E são mulheres...

Mas, há algo errado.
São surfistas gordas
Como surfarão?
Acho que afundarão...

A resposta, um pouco depois, me assusta.
Vejo a filha
E uma máquina na mão...

Vão fazer chapinha na praia?
Nunca vou entender as mulheres...

Autor - Jorge Leite de Siqueira
Direitos reservados ao autor...

Poesia – Três estados

Sou líquido
Saio de seus olhos
Desço pelo rosto...

Sou gás
Vôo ao céu
Procuro-te...

Sou sólido
Duro como rocha
Ao seu lado...

Sou o que me fazes ser...

Autor - Jorge Leite de Siqueira
Direitos reservados ao autor...

Poesia – Três estados


Sou líquido
Saio de seus olhos
Desço pelo rosto...

Sou gás
Vôo ao céu
Procuro-te...

Sou sólido
Duro como rocha
Ao seu lado...

Sou o que me fazes ser...

Autor - Jorge Leite de Siqueira
Direitos reservados ao autor...

Poesia – Pescaria na lua

Descobriram água na lua
Na minha lua
Na sua lua
Na lua dos poetas
Na lua dos amantes...

Vou pescar na lua...

Autor - Jorge Leite de Siqueira
Direitos reservados ao autor...

Poesia – Humildade

“O poeta é um fingidor
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente...”

Um dia serei como Pessoa...

“Se tu me amas
Ama-me baixinho...”

Um dia serei igual Quintana...

“Que não seja imortal, posto que é chama,
Mas que seja infinito enquanto dure...”

Um dia parecerei Vinícius...

Hoje, não sou nada perto de meus ídolos,
Mas, um dia,
Serei semelhante a eles...

Um dia...

Um dia estarei morto
Como todos eles...

Só assim serei comparado aos grandes poetas...

Autor - Jorge Leite de Siqueira
Direitos reservados ao autor...

Poesia – A carona no carro grande

Sou um cara legal!
Cada vez me convenço mais.
Vou contar uma história...

Ontem, fui ao centro,
Andei, comprei, conversei,
Sou andarilho, enfim...

Resolvi voltar
Vim, andando,
Vi muitas pessoas paradas em um local
E me aproximei...

Conversei com um
Falei com outro
E apontei para o outro lado da rua
Mostrando algo que não me lembro...

Acredita que parou um carro
E pediu para eu entrar?
Era um carro enorme
Cheio de gente dentro...

Entrei, claro,
Aceitei a carona...

Que educação!
Fiquei muito feliz...

Vi um cara sentado
Acho que era pobre
Necessitado, sei lá,
Todos davam dinheiro a ele...

Tirei dois reais
E dei também...

Ele ficou tão feliz
Que me mandou ira para a frente do ônibus
Onde eu poderia sentar...

Acredite se quiser
Mas me trouxeram até a rua da minha casa...

Que pessoal legal!
Acho que me conhecem
E quiseram me ajudar...

No mundo ainda tem pessoas boas...

Autor - Jorge Leite de Siqueira
Direitos reservados ao autor...

Poesia – Andarilho na BR


Pego a BR
Vou à cidade
São sete quilômetros
Em ordem decrescente...

Andarilho urbano...

Três quilômetros depois
Já estou cansado
Desisto
E pego o ônibus...

Eu não sou mais o mesmo...

Autor - Jorge Leite de Siqueira
Direitos reservados ao autor...

Poesia – Andarilho na BR

Pego a BR
Vou à cidade
São sete quilômetros
Em ordem decrescente...

Andarilho urbano...

Três quilômetros depois
Já estou cansado
Desisto
E pego o ônibus...

Eu não sou mais o mesmo...

Autor - Jorge Leite de Siqueira
Direitos reservados ao autor...

Poesia – A moça da esquina

Ela passa em minha porta.
Linda, cheirosa, feliz,
Um sorriso no rosto
Encantadora
Como só ela sabe ser...

Ela mora na esquina.
Não sei seu nome
Sei que tem o brilho das estrelas...

Arrumo desculpas para vê-la.
Vou à padaria
Mesmo não precisando.
Vou à farmácia
Mesmo sem estar doente...

Quero apenas ver a minha estrela...

E a vejo!
Está na janela,
Ouvindo música.
Está na sala,
Assistindo televisão.
Está na varanda,
Lendo um livro...

Às, vezes, tropeço,
E paro para não cair.
Ela não me vê
Estou do outro lado da rua...

E assim, dia após dia,
Sou mais feliz
Vendo a moça
Que brilha, sozinha,
Na casa da esquina,
Na minha rua...

Autor - Jorge Leite de Siqueira
Direitos reservados ao autor...

Poesia – Livros e filhos


Filhos:
Livros que começamos a escrever
Mas que não terminamos...

Damos os títulos
Escrevemos o prefácio
Algumas vezes prevemos até o índice
Mas, paramos a história...

Em um momento
Só nos resta admirar
Concordando ou não
Com o que eles fazem...

Eles escrevem rápido.
São histórias românticas
Apimentadas de sensualismo
Que muitas vezes não tem final feliz
Mas, ficção é assim,
Basta rasgar a página
E começar outra história...

Às vezes, escrevem devagar.
É a faculdade abandonada
O emprego que nunca chega
O casamento sempre protelado...

Mas, livros são assim,
Começamos a história de um jeito
Mas, nunca sabemos como terminará...

Filhos, idem.

Terror, amor, ficção,
Humor e romantismo,
Suspense e emoção...

E dá-lhe criatividade...

Já comecei três livros.
Aos poucos eles tomam as rédeas
E começam a se escrever...

Só me resta, agora,
Armar a rede nos coqueiros da praia
Abrir uma cerveja
E admirar minhas obras...

O final?
Espero um final encantado
Um conto de fadas
A felicidade plena...

Mas, não está mais nas minhas mãos.
Que Deus os guie...

Autor - Jorge Leite de Siqueira
Direitos reservados ao autor

Poesia – Livros e filhos

Filhos:
Livros que começamos a escrever
Mas que não terminamos...

Damos os títulos
Escrevemos o prefácio
Algumas vezes prevemos até o índice
Mas, paramos a história...

Em um momento
Só nos resta admirar
Concordando ou não
Com o que eles fazem...

Eles escrevem rápido.
São histórias românticas
Apimentadas de sensualismo
Que muitas vezes não tem final feliz
Mas, ficção é assim,
Basta rasgar a página
E começar outra história...

Às vezes, escrevem devagar.
É a faculdade abandonada
O emprego que nunca chega
O casamento sempre protelado...

Mas, livros são assim,
Começamos a história de um jeito
Mas, nunca sabemos como terminará...

Filhos, idem.

Terror, amor, ficção,
Humor e romantismo,
Suspense e emoção...

E dá-lhe criatividade...

Já comecei três livros.
Aos poucos eles tomam as rédeas
E começam a se escrever...

Só me resta, agora,
Armar a rede nos coqueiros da praia
Abrir uma cerveja
E admirar minhas obras...

O final?
Espero um final encantado
Um conto de fadas
A felicidade plena...

Mas, não está mais nas minhas mãos.
Que Deus os guie...

Autor - Jorge Leite de Siqueira
Direitos reservados ao autor

Poesia – Não existe beleza na miséria

Daqui de cima
Vejo os urubus rasgando carne
Disputando com crianças
O almoço de cada dia...

Daqui de cima
Vejo as flores secas
A terra seca
Os corações secos...

Daqui de cima
Vejo os pés no chão
O olhar que não encontra o horizonte
A poeira sobre as mãos...

Daqui de cima
Eu me vejo:
Jogado
Resto
Como não queria ver meu inimigo...

Não existe beleza na miséria...

Autor - Jorge Leite de Siqueira
Direitos reservados ao autor

Poesia – O andarilho na BR116


Quilômetro zero
Estou pronto
A rede de televisão me filma
O repórter me entrevista...

Falo sobre a idéia
Falo sobre o que pretendo
Falo sobre meus planos...

É chegada a hora...

O andarilho se vai
O poeta andarilho se solidifica
O poeta cria vida...

A camisa especial para o evento
Reflete a capa do livro que escrevi.
Tenho reservas, à venda,
Quem comprar me ajuda na empreitada que criei...

A idéia é aparecer...

Quero chamar a atenção
E conseguir apoio de uma editora
Que publique meus livros
E que me faça conhecido no Brasil inteiro...

Nessa era virtual
Quem não chama a atenção não se destaca.
E quem não se destaca
Não consegue nada...

Inteligência apenas?
Não basta.
Tem que ter algo mais...

Quero chegar a São Paulo.
São três mil quilômetros...

Tentarei andar trinta quilômetros por dia
Ou seja,
Em cem dias completarei a missão...

Quer dizer, descontando algumas possíveis paradas...

O roteiro está feito
Os contatos existem
As amizades virtuais foram consolidadas
Consegui apoios
Tudo virtual...

Andarei à luz do dia
Chova ou faça sol
Não aceitarei carona
Mas aceitarei comida...

Não quero esmolas...

Onde dormir?
Na casa de meus contatos
Ou numa rede
Entre duas árvores
Mesmo na beira da estrada...

Vai dar certo?
Quem sabe?

Sei que vou tentar
Sei que não estarei sozinho
Sei que muitos me apoiarão...

Quero publicar meus livros...

Aceito uma camisa, quando a minha se rasgar.
Aceito um sapato, quando o meu furar.
Aceito um prato de arroz, quando tiver fome...

Não levarei reservas
Apenas um pouco de dinheiro
Mas espero não usar...

Estou preparado.
Acabou a entrevista
Vou começar...

São oito horas
Estou ao vivo na televisão
Até Ana Maria Braga falou comigo...

Meus filhos soltam foguetes
Meus amigos gritam palavras de incentivo
O pessoal da faculdade faz bagunça...

Câmeras me filmam
Máquinas me fotografam
Já estou chamando a atenção...

Uma melancia no pescoço não seria igual...

Sei que alguns me chamarão de louco
Mas outros me chamarão de gênio.
Vão revelar meus defeitos
Mas falarão de minhas virtudes.
O que quero é aparecer
E publicar meus livros...

Quero publicidade...

Os primeiros passos são complicados
A mochila está pesada
A tevê me acompanha, ao vivo,
Mas, daqui a pouco estarei sozinho
E então veremos do que sou capaz...

A solidão é maravilhosa...

Onde dormir?
Espero convites.
Palestras?
Espero convites.
Quer publicar o livro?
Espero convites...

O andarilho se vai
O poeta dentro dele
Mais uma vez
Encontrar-se vivo...

Autor - Jorge Leite de Siqueira
Direitos reservados ao autor...

Poesia – O andarilho na BR116

Quilômetro zero
Estou pronto
A rede de televisão me filma
O repórter me entrevista...

Falo sobre a idéia
Falo sobre o que pretendo
Falo sobre meus planos...

É chegada a hora...

O andarilho se vai
O poeta andarilho se solidifica
O poeta cria vida...

A camisa especial para o evento
Reflete a capa do livro que escrevi.
Tenho reservas, à venda,
Quem comprar me ajuda na empreitada que criei...

A idéia é aparecer...

Quero chamar a atenção
E conseguir apoio de uma editora
Que publique meus livros
E que me faça conhecido no Brasil inteiro...

Nessa era virtual
Quem não chama a atenção não se destaca.
E quem não se destaca
Não consegue nada...

Inteligência apenas?
Não basta.
Tem que ter algo mais...

Quero chegar a São Paulo.
São três mil quilômetros...

Tentarei andar trinta quilômetros por dia
Ou seja,
Em cem dias completarei a missão...

Quer dizer, descontando algumas possíveis paradas...

O roteiro está feito
Os contatos existem
As amizades virtuais foram consolidadas
Consegui apoios
Tudo virtual...

Andarei à luz do dia
Chova ou faça sol
Não aceitarei carona
Mas aceitarei comida...

Não quero esmolas...

Onde dormir?
Na casa de meus contatos
Ou numa rede
Entre duas árvores
Mesmo na beira da estrada...

Vai dar certo?
Quem sabe?

Sei que vou tentar
Sei que não estarei sozinho
Sei que muitos me apoiarão...

Quero publicar meus livros...

Aceito uma camisa, quando a minha se rasgar.
Aceito um sapato, quando o meu furar.
Aceito um prato de arroz, quando tiver fome...

Não levarei reservas
Apenas um pouco de dinheiro
Mas espero não usar...

Estou preparado.
Acabou a entrevista
Vou começar...

São oito horas
Estou ao vivo na televisão
Até Ana Maria Braga falou comigo...

Meus filhos soltam foguetes
Meus amigos gritam palavras de incentivo
O pessoal da faculdade faz bagunça...

Câmeras me filmam
Máquinas me fotografam
Já estou chamando a atenção...

Uma melancia no pescoço não seria igual...

Sei que alguns me chamarão de louco
Mas outros me chamarão de gênio.
Vão revelar meus defeitos
Mas falarão de minhas virtudes.
O que quero é aparecer
E publicar meus livros...

Quero publicidade...

Os primeiros passos são complicados
A mochila está pesada
A tevê me acompanha, ao vivo,
Mas, daqui a pouco estarei sozinho
E então veremos do que sou capaz...

A solidão é maravilhosa...

Onde dormir?
Espero convites.
Palestras?
Espero convites.
Quer publicar o livro?
Espero convites...

O andarilho se vai
O poeta dentro dele
Mais uma vez
Encontrar-se vivo...

Autor - Jorge Leite de Siqueira
Direitos reservados ao autor...

Poesia – Falar de Deus

Lá atrás
Antes de Isaac, de Jacó,
Antes de Davi, de Abraão,
Bem antes, muito antes,
O Homem não sabia falar...

Um raio caiu
Queimou a árvore
E mostrou o fogo ao Homem
Que se ajoelhou
E conheceu Deus...

Mesmo sem saber o que era Deus...

E altares foram criados
E animais sacrificados
E o conhecimento disseminado...

Hoje, piores que na Idade da Pedra
Queremos ser ateus
E não ver a bondade de Deus...

Só vemos o mal
Em jornais, revistas e televisão.
Só vemos o ódio
Nas palavras, nos gestos, nas pessoas.
Não vemos o amor
Esquecemos de Deus...

Falta-nos a Luz...

A mesma luz
Aquela criada por Deus
No início de Tudo...

“Haja luz! E viu Deus que a luz era boa...”

Autor - Jorge Leite de Siqueira
Direitos reservados ao autor...

Poesia – A rede da varanda

A rede,
A varanda,
O vento.
O movimento, lento, da rede...

Eu e você
Corpos nus
Puro amor...

Na rede, na varanda...

O vento mais calmo
Embala nosso sono
De amantes saciados...

Abraçados
Esperamos raiar o dia
E o sol nos acordar
Na rede
Na varanda...

No quarto andar...

Autor - Jorge Leite de Siqueira
Direitos reservados ao autor

Poesia – Há quanto tempo

Olá!
Tudo bem?
Há quanto tempo!
Você está bonita.
Parabéns...

Eu?
Desculpe-me.
Mudei bastante...

Desculpe-me os olhos triste
Não tenho sorrido muito
E os olhos são reflexos da alma...

Desculpe-me estar tão magro
Acho que por não comer
Fiquei mais magro...

E mais fraco também...

Desculpe-me o cabelo grande
Desculpe-me a barba enorme
Desculpe-me a roupa rasgada...

Não sou o mesmo
Desde que você se foi.
Desculpe-me!
Perdi até minha personalidade...

Autor - Jorge Leite de Siqueira
Direitos reservados ao autor...

08 novembro 2009

COMENTÁRIOS SOBRE MEU LIVRO

Estes comentários sobre o livro FAROESTE CABOCLO - O LIVRO, que escrevi, foram retirados do site www.skoob.com.br:

1) É o tipo do livro que poderia muito bem substituir os paradidáticos sem-sal que dão para o pessoal do Ginásio/Ensino Médio ler.

A história, que nada mais é do que uma versão "extended" da já longa letra de "Faroeste Caboclo", passa com maestria os pontos mais fortes e delicados da história de João de Santo Cristo.

Recomendadíssimo para quem gosta da música, mas nem tanto pra quem gostaria de ler um livro sobre Renato Russo. Para esses, "Renato Russo de A a Z" pode vir a ser uma melhor pedida...

(Wendell Raphael)

2) Muito bom livro, o autor soube encaixar muito bem trechos de músicas de Renato Russo na tão famosa "Faroeste Caboclo" música da Legião Urbana que dá título ao livro e base a todo o enredo do livro...

(Holden)

3) Pra fã de Legião

O Livro mais parece uma enorme redação, mas prende quem é fã de Legião.
Renato Russo é um ícone e tem fãs que defendem sua memória e sua obra a ferro e fogo, ao ponto de implicar com cd's póstumos.

Os mais fanáticos podem ficar injuriados por alguém ter tido a "ousadia" de reescrever/deturpar a obra do Renato Russo (sim, já ouvi isso por ai), mas no somatório geral é um bom livro!

O autor casou um monte de outras músicas na história de 'faroeste caboclo', o que em algumas passagens, muda um pouco o sentido da música original, apesar de casar bem com a história que está sendo contada.

De fã pra fã: é uma homenagem!

Vale a leitura...

(Carol Rodrigues)

02 novembro 2009

POESIA - A LUA É DOS POETAS

Por que a NASA explodiu a lua?
Quer dizer, explodiu duas naves
Na lua...

Quem autorizou?
A lua é minha
A lua é dos poetas...

A lua é da NASA?
Eu não assinei nada
Eu não vendi nada
Eu não autorizei nada...

A lua é dos poetas...

Autor: Jorge Leite de Siqueira
Todos os direitos reservados...

POESIA - CÍRCULO

Um círculo
Riscado ao meu redor
Eletrificado por traumas
Exemplificado por erros...

Um círculo
Limite inconsciente da busca
Perímetro incondicional da razão
Espaço insuficiente de atmosfera...

Um círculo
Desenhado por meus pais
Rabisco pelos professores
Corrigido pelo patrão...

Um círculo
Que agora apago...

Autor: Jorge Leite de Siqueira
Todos os direitos reservados...

POESIA - CÍRCULO


Um círculo
Riscado ao meu redor
Eletrificado por traumas
Exemplificado por erros...

Um círculo
Limite inconsciente da busca
Perímetro incondicional da razão
Espaço insuficiente de atmosfera...

Um círculo
Desenhado por meus pais
Rabisco pelos professores
Corrigido pelo patrão...

Um círculo
Que agora apago...

Autor: Jorge Leite de Siqueira
Todos os direitos reservados...

POESIA - A MÃO DE PETER PAN

Pulei!
Não sei quantos anos eu tinha.
Lembro que era pequeno
Menor que um metro...

Mesmo assim, pulei...

No pulo, vi meu futuro.
Não gostei do que vi...

Também vi uma mão
Estendida
Querendo me ajudar
Querendo me salvar do futuro
Daquele futuro...

Era Peter Pan!

Segurei-a!
E não mais a soltei...

Autor: Jorge Leite de Siqueira
Todos os direitos resxervados...

POESIA - TENTAÇÕES

A loja
Chocolate na vitrine
Tantas cores
Tantos recheios
E estou de regime...

O bar
Cerveja na geladeira
Tantas marcas
Tantos tamanhos
E estou em tratamento...

A rua
Mulheres nas calçadas
Tantas formas
Tantos estilos
E estou casado...

Tem algo errado comigo...

Autor: Jorge Leite de Siqueira
Todos os direitos reservados...

POESIA - PULEI AO MAR

Pulei ao mar.
Não pensei nos tubarões,
Nem nas marés.
Queria fugir da rotina...

Nadei.
Furei ondas,
A correnteza me levou pra longe.
Encontrei piratas,
Visitei sereias,
Conversei com Netuno...

E voltei...

Fui, por mim.
Voltei, por você...

Autor: Jorge Leite de Siqueira
Todos os direitos reservados...

POESIA - A PRIMEIRA PALAVRA

Nas trevas
Um ser
(homem, na ascendência)
Descobre o fogo
Pintando na parede
A magia da escrita...

A invenção da Luz
A verdadeira Luz
Que mudou tudo
Expressa na tinta intacta na caverna...

Faça-se a luz!
E o ser escreveu “A”...

Autor: Jorge Leite de Siqueira
Todos os direitos reservados...

POESIA - A FORMIGA

E a formiga
Que nada tem a ver com poesia
É esmagada por meus dedos
Que seguram o palito
Brincando de Deus...

Autor: Jorge Leite de Siqueira
Todos os direitos reservados...

POESIA - RISO INTERIOR



Um riso interior.
É isso!
Um riso no âmago...

Um riso que chora
Nos olhos
No exterior
Mas, no interior é um riso...

Um riso que ninguém vê
Apenas eu
Com algum esforço...

Um riso interior
Mas, que não é alegria...

Autor: Jorge Leite de Siqueira
Todos os direitos reservados...

POESIA - O BURACO

Previna-se!
Há um buraco à sua frente
Não vá cair...

Eu trago esse buraco comigo
Eu mesmo o cavei
E você, à minha frente,
Corre riscos
De cair...

Não me encares!
Há um buraco...

Autor: Jorge Leite de Siqueira
Todos os direitos reservados...



POESIA - O BURACO

Previna-se!
Há um buraco à sua frente
Não vá cair...

Eu trago esse buraco comigo
Eu mesmo o cavei
E você, à minha frente,
Corre riscos
De cair...

Não me encares!
Há um buraco...

Autor: Jorge Leite de Siqueira
Todos os direitos reservados...





Dez mitos sobre dietas

Muitos mitos você com certeza já deve ter ouvido e talvez até possa acreditar, mas o fato é que não correspondem à realidade. Aqui vão ...