05 Abril 2010

POESIA 1699 – IMITANDO UM MORTO

Deitado
Olhos fechados
Mãos entrelaçadas no peito...

Um cadáver...

Não tinha sangue
Nenhuma testemunha
E a respiração normal...

Eu escutava música, apenas...

E lembrei de você
Que me proibia de ficar assim
Parecendo um morto...

Será que morri?

AUTOR: JORGE LEITE DE SIQUEIRA

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