29 julho 2013

Por onde andas, Jorge?

Olá, meus leitores. Quantos são vocês?

Bem, estou preparando as fotos e as estou postando no blog de fotos:
http://aslentesnaomentem.blogspot.com.br/

Brevemente passo por aqui para dar uma palhinha sobre cada cidade.
Mas vale a pena ver as fotos...

Ah! Estou em Limeira, de volta ao aconchego dos fantasmas de luz... =D

Valeu!

19 julho 2013

Férias 2013 - 14º dia - Sexta-feira - 19/07/2013

Hoje acordei em Soledade de Minas.

Segui para conhecer Caxambu, a cidade das águas. Gostei. Mas nem tanto.
Segui para Cambuquira, a cidade Antiga.
Segui para Três Corações, mas não parei. Grande. Normal. Muito normal.
Segui para São Thomé das Letras. Vou dormir aqui.

Uma foto para animar:


18 julho 2013

Férias 2013 - 13º dia - Quinta-feira - 18/07/2013

Acordei em Cruzeiro - SP.
Segui para Passa Quatro, cidade que adorei.
Segui para Itanhandu.
Segui para Pouso Alto.
Segui para São Lourenço.
Segui para Soledade de Minas.

Dormi em Soledade de Minas...


Depois atualizo e posto as fotos...

(estou na estrada. não dá para atualizar com fotos)

17 julho 2013

Férias 2013 - 12º dia - Quarta-feira - 17/07/2013

Hoje saí de Parati logo cedo.
Fui até a Usina Nuclear de Angra dos Reis.
Voltei para ir a Cunha por uma estrada maluca.
Segui para Guaratinguetá mas não parei.
Segui para Lorena e não parei.
Segui para Cachoeira Paulista e não parei.
Segui para Cruzeiro e parei.
Dormi em Cruzeiro.

Depois atualizo e posto as fotos...

(estou na estrada. não dá para atualizar com fotos)

16 julho 2013

Férias 2013 - 11º dia - Terça-feira - 16/07/2013

Acordei em Parati com um esquilo comendo alguma coisa...
Daí fui tirar umas fotos da cidade...
Daí fui conhecer Trindade...
E me apaixonei por aqui... Agora tô pensando em não ir mais embora... =)

14 julho 2013

Férias 2013 - 9º dia - Domingo - 14/07/2013

Depois coloco as fotos e dou mais detalhes.

Estive em:
Paraisópolis
Gonçalves
São Bento do Sapucaí
Campos do Jordão
São Luis do Paraitinga (dormi).

=)

13 julho 2013

Férias - 8º dia - Sábado - 13/07/2013

Hoje não tenho fotos.

Saí de Ouro Fino às 09:30 horas.
Passei em Inconfidentes.
Passei em Borda da Mata, a cidade dos Pijamas.
Passei em Pouso Alegre.
Passei em Santa Rita do Sapucaí.
Passei em Cachoeira de Minas.
Passei em Conceição dos Ouros.
Estou em Paraisópolis.

Amanhã cedo pretendo ir para Campos do Jordão.
Quero ver se durmo em São Luis do Paraitinga.

=D

12 julho 2013

Férias - 7º dia - Sexta-feira - 12/07/2013

Eu não vou detalhar minhas férias.
Só vou falar por onde passei e alguns planos.
E vou postar fotos se eu já tiver em mãos...

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Hoje eu saí às 7:30 horas de Limeira.

Pulei Arthur Nogueira por já conhecer.

Pulei Holambra por já conhecer.

Pulei Santo Antonio de Posse por já conhecer.
Mas parei em um café.
Aproveitei para fazer um jogo da Lotofácil.
A coincidência é que o jogo deu 30 reais.
E o rádio falava o signo de Sagitário (o meu). Número da sorte? TRINTA!!!
Vou ganhar...

Pulei Amparo por já conhecer.

Passei em Monte Alegre do Sul.





Daí eu fui para Serra Negra.
Ou melhor, pulei Serra Negra pois já conhecia.

Fui para Lindoia.





Então fui a Águas de Lindoia.




Daí fui a Monte Sião, a cidade das malhas.






Fui então para Ouro Fino. Dormi em Ouro Fino. Pousada de 35 reais.






11 julho 2013

Férias - 6º dia - Quinta-feira - 11/07/2013

Só esperei a lente.
Rastreei pela internet e a lente já está em Limeira, então, daqui a pouco chega.
E daqui a pouco chegou.
A lente é magnífica.
Pesadona.
Resolvi começar a viagem de férias amanhã, sexta-feira...

10 julho 2013

Férias - 5º dia - Quarta-feira - 10/07/2013

Não fiz nada hoje.
Descansei.
Só esperei a lente.
Aproveitei para ler e assistir umas coisas...

61ª crônica - o morro do camelo



estou no alto da pedra mais alta. quase alcanço as mãos de deus. aqui é tão silencioso. não é frio. foi difícil chegar aqui. subi por trilhas, escalei pedras, desviei de galhos. talvez por isso seja mais legal. aqui se parece com um camelo. não daqui, mas lá de baixo. aqui é analândia. aqui é o morro do camelo. as pessoas lá de baixo devem estar me olhando. mas não me vêem. serei um tipo de deus? estou em seus olhos e vocês não me vêem. sou parte da montanha. sou a montanha.

se eu pudesse manipulá-los, como deus o faz, eu o faria.

não quero ouvir música aqui. quero ouvir o silêncio. e ver o tudo e o nada. o início e o fim. consigo ver o que há no cume da montanha vizinha. mato acima da pedra. árvores pequenas. urubus. o urubu pousou ao meu lado. assustou-se e foi embora. eu sou o ser estranho. minha moto laranja é quase uma formiga, invisível. tiro fotos. parece que preciso provar que estive aqui. não gosto de provar nada. mas parece que tenho a consciência pesada. preciso provar. preciso.

preciso provar que não preciso provar nada a ninguém.

o sol brilha. não faz frio. não faz calor. suei para chegar até aqui. as pernas não sabiam que eu faria essa loucura. enganei-as. enganei meu coração, também. por falar em coração, estou apaixonado. por mim. acho que comecei a me amar como sempre quis fazer. se vou ficar sozinho a partir de agora preciso ao menos gostar de mim. sei que esta escalada me fará bem para o corpo e para a alma. não agora. depois. no futuro.

e o que é o futuro?

o futuro é descer a montanha. e voltar para casa, um dia. o futuro é o depois. e o depois pode não chegar nunca. e eu perco o agora pelo depois? não. vou me concentrar naquela pedra que parece um cuscuzeiro. se eu fosse dar seu nome eu escolheria algo diferente. pedra quadrada? eqüilátera. pedra equilátera. acho que não sou bom em escolher nomes. o que são aquelas formigas subindo a pedra? homens? mulheres? com cordas? que loucos! ah, se eu tivesse minha lente de zoom! mas não tenho. então, o agora me diz que eu deva sorrir.

e esse peso nas costas?

parece que carrego o mundo comigo. já tirei tantos sacos de cimento e ainda continuo cansado. nesse mês eu tiro o resto. sinto muito por vocês que me lêem, mas eu preciso colocar esses sacos de cimento no chão. não estou doando. não estou jogando fora. estou colocando-os ao canto. quero sacos de penas, agora. agora. estou plantando penas. quero colher leveza. paz. vou conseguir. com certeza vou conseguir.
mas agora estou no camelo. e aqui no camelo só há leveza. e ali ao lado também há leveza. e leveza é bonito, colorido, calmo. queria dormir. não vou dormir. quero cansar a vista. quero encher a minha alma com essa paz, com essa pureza, com essa harmonia. respiro fundo. enche em mim. ar puro. paz pura. hoje dormirei melhor.

acho que encontrei deus.

escrito por jorge leite de siqueira em cima do morro do camelo.







60ª crônica - e por falar em tristeza...


eu sou um homem triste. eu me acho triste. eu vivo triste. eu converso triste. eu sou triste. e sou alegre. mas, ser alegre não é ser feliz. posso ser triste.

hoje acordei no meio da noite assustado com alguma coisa que não soube o que era. pode ter sido um barulho de alguém (ou alguma coisa) que passou na rua. ou apenas um dos fantasmas que me acompanham.

estou ficando velho.

ao meu lado, na casa vizinha, mora um casal de velhinhos. ele acorda diversas vezes à noite. acho que é ele. e prepara coisas para comer às duas, três horas da madrugada. ela acorda às cinco pois às cinco e meia vai para a academia.

como eu sei disso? porque agora são três horas e estou escutando o vizinho bater a colher (ou garfo) no prato, como se estivesse comendo um bolo de chocolate cremoso e delicioso. ou de fubá. e está bebendo um copo de leite quente (acabou de ligar o micro-ondas).

lembrei porque acordei. quase agora o carro de polícia parou aqui em frente de casa. eram dois. um deles ficou traçando informações via rádio com a central. câmbio? qru? desligo. não entendi as mensagens. acho que eles também não. um carro ligou o motor e saiu lentamente. depois o outro o imitou.

preciso aprender a ser velho. preciso aprender a dormir menos, a ter mais dores, a cansar mais rapidamente, a ser mais chato, a perder mais do que ganhar. preciso entender que falta pouco tempo para tudo mas que não dá mais para recuperar o tempo perdido. e nem o passado perdido.

eu, sendo velho então, preciso me preparar para a aposentadoria. preciso ficar satisfeito com meu emprego, ser mais leve, ser mais velho, ser mais acomodado. preciso ter vida de velho.

preciso entender que não posso fazer essas viagens de moto, que devo comprar pacotes turísticos geriátricos como todos os velhos, ir para hotéis e viver quietinho e devagar como todos os velhos. bem devagar e irritantemente.

eu sou velho. preciso me conscientizar que minhas costas vão doer sempre, mesmo que eu não durma de mau jeito. pior, eu quase não vou dormir. e minhas costas vão doer mais que minhas pernas.

dramático? você acha? deve ser a crise dos cinqüenta que se aproxima.

eu me sinto rapaz, novo, cheio de saúde, inteligente, forte, corajoso, pronto para tudo. quando eu me olho ao espelho percebo que sou um homem, até novo para a idade que a identidade diz que tenho. quando vejo a minha data de nascimento começo a me comparar aos meus pais, aos parentes mais velhos, aos vizinhos e amigos mais velhos.

ontem, quando fui à farmácia comprar dorflex (coisa de velho), conversei com a vendedora. falei sobre as férias, as viagens, a moto. a pergunta dela foi dura: e afamília? o que acha disso? eu respondi apenas: eu não tenho família.

é ruim não ter família. é ruim não ter com quem dividir seus dias, sua vida. é triste não ter com quem dividir sua velhice. e eu fiz tantos planos: cadeiras de balanço na varanda, viagens, netos. é triste ver que estou virando um velho solitário.

mas posso não ser um velho triste?

saber que sou triste pode ser bom. posso identificar as fontes de tristeza e corrigi-las. posso mudar. posso fazer coisas que me façam feliz. coisas que eu gosto. hobbies, por exemplo.

e preciso me conscientizar que a preciso perder oito horas por dia no trabalho (para ganhar o salário que me fará feliz quando viajar nas férias).

não sei o que vou fazer, mas sei o que devo fazer. eu tentarei mudar. tentarei ser feliz. ouvirei músicas boas, lereis bons livros, tirarei fotos artísticas como gosto, farei caminhadas e correrei, escreverei bastante, assistirei filmes. e fugirei das manias modernas que me fazer perder tempo: facebook, por exemplo.

se ser velho é obrigatório, tentarei ser o melhor velho que eu puder. 

escrito por jorge leite de siqueira, com dor nas costas, mas muito alegre, pois está de férias.




09 julho 2013

Férias - 4º dia

Hoje fui a Analândia.

Analândia tem um potencial turístico enorme, mas parece que não é difundido como deveria. A Pedra do Cuscuzeiro e o Morro do Camelo são belos, escaláveis, sendo que o Camelo é mais fácil, acessível para os "pobres mortais" como eu. O Cuscuzeiro já precisa de um pouco mais de prática e orientação.


Além disso a cidade oferece uma série de cachoeiras, tem ruas largas, mistura de construções novas e antigas (mas não tão belas) e uma praça enorme e bem cuidada. Parece que a Prefeitura está "trabalhando" e espero que no futuro desenvolva-se esse potencial turístico ecológico que a cidade promete.


Eu estava perto na cidade quando vi, entre o nevoeiro, a Pedra do Cuscuzeiro. Parei a moto e tirei fotos, claro, mas fiquei bem impressionado com a beleza da natureza naquela parte. Não sabia ainda que dava pra chegar bem perto da Pedra e até escalá-la. Fui de moto por uma estrada de terra e parei no pé do Morro do Camelo. Há uma trilha que leva ao cume. Subi a trilha, claro, pra ver até onde eu chegaria. E cheguei ao topo. Fôlego baixo, sem condições físicas aeróbicas, mas fui aos poucos desbravando aquela floresta e subindo pedra após pedra, até chegar lá em cima, e pude ver bem de perto o Cuscuzeiro.


Fiz uns filmes mas não sou bom com isso. Coloquei no Youtube mas não são as melhores imagens que vocês podem apreciar. Quis apenas "documentar" minha aventura.

Fui depois até a Cachoeira da Bocaina. Já não gostei dos cinco reais que tive que pagar para entrar, pois acho que é uma exploração. Eu acho que essas coisas deveriam ser assim: entrada por cinco reais com direito a um pastel, ou a uma cerveja, ou algo do tipo. Compensatório e não pareceria exploração.



E não gostei da Cachoeira. Eu não gosto de cachoeiras, já percebi. Pouca água, fotos horríveis, vídeo pior ainda. O caminho de aproximadamente 60 metros de altura (cem metros de extensão) é cheio de partes escorregadias devido às diversas minas que nascem nas paredes da Cachoeira. Fiz uma imagem que dá pra ver o que eu digo. Eu escorreguei, sujei roupa, rasguei calça, e no final não curti como gostaria.


Voltando, fui conhecer a cidade. Bonita, mas sem estrutura comercial. É uma pequena cidade, mas bem que poderiam oferecer mais opções aos turistas, tipo lojinhas de artesanatos locais, comidas, algo no estilo de Águas de São Pedro.


E na saída há o Cristo de braços abertos. Tirei umas fotos. Muito bacana o Cristo em primeiro plano e a Pedra do Cuscuzeiro e o Morro do Camelo ao fundo. Veja as fotos e comprove.

Veja as fotos:

http://aslentesnaomentem.blogspot.com.br/

=)

Regime:

Cheguei super cansado em casa. As escaladas me mataram, além dos 215 km que andei no dia, desde a saída de casa até a volta, visitando a área dos morros e cachoeiras. Comi algumas barrinhas de cereal para aliviar a fome, mas comi uma esfirra com suco de abacaxi e hortelã numa pequena lanchonete. Eu precisava conversar com alguém na cidade e me submeti a isso para ter uma visão melhor do local.

Por falar nisso, a lanchonete era uma espécie de uma ideia que tive no passado: uma loja de artesanato, lanchonete com tudo o que você imaginar (tapioca, vodka, café) e vende de tudo um pouco.


Conversei com a dona mas não perguntei seu nome. Ela falou que os políticos vêm acabando com a cidade nos últimos anos e o turismo caiu muito. Disse-me que no passado era uma cidade bem procurada pelas pessoas da região e nos finais de semana a cidade ficava lotada. Hoje não fica mais. E realmente, a cidade estava vazia à 14:30 h, quando eu conversava com ela.

Curiosidades:

A minha lente não chegou ainda mas já foi confirmado o pagamento.

Estou dormindo muito mal. Acordo muitas vezes à noite, mesmo cansado. Acho que estou em transição entre a prisão e a liberdade. Ou talvez seja apenas ansiedade de aproveitar os dias de liberdade (férias).

Hoje vou comprar o saco de dormir. Vou procurar aqui em Limeira, senão irei em Piracicaba. No Walmart custa 60 reais mas tá faltando. Tem, mas tá faltando.

Eu abasteci a moto na chegada, ontem: 20 reais, 6,94 litros, 215 km. Média de quase 31 km por litro. Sinal que na estrada a moto rende mais. Andei bastante a 110 km por hora, já que peguei a Washington Luis para ir e a Anhanguera pra voltar (Pirassununga, Leme, Arara).

Perdi o fone de ouvido. Deixei cair na Cachoeira.

Então, o quarto dia foi só isso. Ou tudo isso... =)


Os vídeos a que me refiro:


Poesia 2336 - Há confusão



Se há confusão de pensamentos
E há necessidade
De mudar
De se afastar
Há algo
Desagrado
Desamor
Desânimo
Desolação...

Há.
O que é, não sei,
Mas há...

Se há confusão, houve erros...

E há a ida
Sem volta
Com volta
Com volta por cima
No fim...

Se há confusão
Há necessidade
De finais...

Autor - Jorge Leite de Siqueira

59ª crônica - as mentiras que os jorges contam



um dia, quando eu era jovem, bem mais jovem, fui a uma praia, sem dinheiro (como hoje em dia). na praia comi pão com sardinha. acho que na época a sardinha (aquelas de lata) era barata, pois preferi a sardinha à manteiga, à mortadela, etc. foi uma alternativa para matar a fome. eu fiquei poucos dias, dormi em algum hotel barato, não sei maiores detalhes. mas eu me lembro de ter comigo pão com sardinha.

algumas vezes contei essa história a amigos, mas sempre disseram que era mentira. acham que, pela minha postura e posição profissional (seriedade), não seria capaz de ter recusado um restaurante popular para ter-me submetido à ausência de valores nutricionais que um pão com sardinha oferece.

mentira? então vamos mentir mais um pouco.

quando morava em santa bárbara d’oeste eu ia bastante ao shopping da cidade, o tivoli. na entrada do shopping tem um supermercado. como sei que os preços do shopping são maiores eu costumava ir ao supermercado comprar cerveja por um preço menor. era tipo comprar uma lá dentro (shopping) ou três lá fora (supermercado). eu escolhia a marca que estivesse mais gelada, mas tinha preferência pela skol.

colocava as cervejas na minha mochila e ia para a área de alimentação do shopping, comprava uma latinha da mesma marca em algum dos estabelecimentos, pedia um copo (personalizado) e sentava-me. quando a cerveja acabava (mais caro, claro) eu pegava outra na mochila e continuava a beber.

e assim fazia até terminar as quatro ou cinco que eu havia comprado no supermercado.

você pode perguntar por que eu não bebia em casa. a resposta é que eu ia ao shopping quando estava calor e lá havia ar condicionado, era um ambiente alegre e ficava inspirado ali.  eu ficava inspirado, digamos assim.

é meio idiota, mas é essa a resposta.

mas, pior do que isso era quando eu comprava pão com mortadela e ficava andando pela área de alimentação até que alguém que estivesse comendo lanche se levantasse. eu escolhia uma mesa que tivessem comido big mac ou outro lanche caro. o que eu fazia? eu me sentava à mesa e usava a caixinha do lanche para colocar o meu pão com mortadela. todo mundo acharia que eu estava comendo big mac!

incrível, ne? mas eu era pobre fudido (ainda sou) e achava (ainda acho) muito caros esses tipos de lanches.

e quando eu esperava alguém se levantar deixando sobras na mesa? eu me sentava para terminar o “almoço”. não comia restos, tipo pedaços de lanches. eu comia arroz e batata frita que não era resto, era sobra. e carne ou o que houvesse que não tivesse sido mordido.

mas não vou falar disso.

e quem nunca fingiu que era deficiente para atravessar a rua? era a coisa mais fácil a fazer. todos os carros param. eu começava a andar mancando e atravessava a rua. faça, e você verá que facilidade! eu já fiz isso algumas vezes...

mas também não vou falar disso.

e quando eu ia dormir no banheiro enquanto estava no trabalho, cansado e preguiçoso?

isso foi no passado. hoje eu não faço mais isso. verdade! juro!

escrito por jorge leite de siqueira, em casa (mentira).



08 julho 2013

Literatura Fundamental


Férias - 3º dia - Segunda-feira - 08/07/2013

Eu comprei uma lente 70-300 para minha câmera. Encomenda feita, pagamento feito, agora falta a confirmação da entrega. Resolvi, com isso, esperar esta semana pela lente. Se até sexta-feira não chegar eu vou viajar no sábado. Ou melhor, de qualquer forma, mesmo chegando a lente, eu vou viajar no sábado.

A ideia é diminuir aquele roteiro maluco que fiz. Não tenho dinheiro suficiente para viajar por 62 cidades. Então vou viajar por diversas cidades, até o dinheiro acabar.

Enquanto isso, cada dia a partir de amanhã eu vou para uma cidade diferente que ainda não conheço: Analândia amanhã. Mogi-Mirim na quarta. Conchal na quinta. Pirapora do Bom Jesus na sexta.

No sábado eu começo minha viagem a Paraty parando em todas as cidades do caminho. Em breve coloco umas fotos por aqui.

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Por falar em colocar fotos aqui, eu tava pensando em como sou dependente dos outros. De tudo. E também em como estou de saco cheio disso tudo.

Eu fui comprar dorflex para levar na viagem e balbuciei que era muito porque ia viajar. A moça perguntou alguma coisa e expliquei (bem superficialmente) o que eu pretendia (viajar de moto por aí). Ah, comprei vitaminas porque estou de regime e quero perder peso, mas não quero perder força.

Pois é, eu falei isso para a moça (mulher, casada) e ela falou (do nada): do que você está fugindo?

Olha, para quem não pensa essa já é uma pergunta assustadora, agora imagina para mim, que penso demais? Perguntei o que ela queria dizer com aquilo e ela falou que eu estava agindo assim: viajando sem destino, sem segurança, querendo emagrecer muito, mudar de hábitos, etc. Coisas de quem quer fugir de alguma coisa.

E realmente acho que estou fugindo.

Na verdade não estou fugindo, estou querendo mudar, mesmo. Quero ser diferente no que eu acho que tenho de frágil, de ponto fraco. Eu não sei o que eu quero dizer com isso, mas eu quero mudar. Estou intolerante ao extremo e preciso mudar senão minha vida não fará mais sentido do que já não faz.

Fui claro?

Estou emagrecendo bastante pois quero correr. Quero disputar corridas, maratonas, mini maratonas, etc. Quero emagrecer para ter o peso ideal para minha altura: 1:78 m por 79 quilos. É o que diz o manual.

Depois de magro (o que espero que ocorra bem rápido), vou começar um trabalho de academia para fortalecer meus músculos, melhorar a resistência física. Mudei horário de trabalho e agora vou começar no batente às 8 horas. Ou seja, tenho das 6 às 7:30 para ir à academia (3 vezes por semana) e correr (3 vezes por semana).

A partir de então vou me alimentar decentemente. Decentemente, mesmo. Vou evitar esse monte de porcaria que ando comendo: pizza, refrigerante, doces e mais doces, salgados e frituras e mais frituras. Fora o montão de comida. Hummm. É bom, né? Mas acho que a gente não precisa comer tanto para ter prazer. Acho que comer muito até faz mal, tira o prazer. 

Quero comer algumas porcarias, mas com respeito ao meu corpo.

Por falar em respeito, por respeito a mim eu vou deixar de dar satisfação da minha vida a todo mundo. Eu vivo com medo de fazer coisas porque "os outros não vão gostar". Então, preparem-se para um Jorge ainda mais chato.

E quero mudar hábitos culturais, também, mas como ninguém precisa saber disso eu não vou falar sobre isso.

Ah, é bem incoerente eu falar isso tudo e ficar aqui digitando diários, né? Pois aproveitem, é uma forma de despedida.

Por falar nisso, nessas férias eu pretendo mandar as mensagens que tenho que mandar por aqui, meu blog. Pretendo parar com o facebook.

E vou desligar o celular.

Quer falar comigo? Mande um email...

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Diário do Regime:

Hoje comi algumas barrinhas de cereal, tomei um café com leite e 1 1/2 fatias de pão integral. Sem manteiga ou outro complemento. Almocei normal, no restaurante, pagando 4,85 e comendo um pratão, com o detalhe de comer um prato bem "colorido", sem carne ou frituras ou coisas que engordem muito. Daqui a pouco eu tomo outro café com leite e uma fatia de pão para dormir.

Eu me pesei na farmácia e estou com 85,8 kg. Acho que a balança está errada, mas, tudo bem, antes marcar pouco do que marcar noventa, como eu imaginava que estava. Tenho quase seis quilos de gordura pra jogar fora em um mês. Será que dá?

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Não comprei ainda o saco de dormir, para a barraca. 
Troquei a viseira do capacete.
Abasteci. A moto gastou 7,25 litros e fez 201 km. Média de 27,7 km por litro. Bom, tá na média normal.

Escrito por JORGE LEITE DE SIQUEIRA. 18:00 horas.

07 julho 2013

Férias – 2º dia – domingo – 07/07/2013


Resolvi que vou viajar daqui uma semana, mais ou menos. Talvez na outra segunda (amanhã não).


Hoje fui a Charqueada. Fica a 25 km de Piracicaba.

Eu não conhecia a cidade ainda, achava que seria mais bonita do que encontrei. Eu me decepcionei um pouco. É uma cidade comum, vamos dizer assim. Não tem nada “tão” bonito. Tem silêncio, paz. É uma cidade pequena, bem pequena. Acho que é isso que atrai muitas pessoas. 

É limpinha, bem cuidada, mas não encontrei prédios históricos, o que quer dizer que é uma cidade relativamente nova.Gosto de cidades históricas, com casas antigas, igrejas antigas. 

Achei que em Charqueada eu encontraria isso.

Resolvi ir lá, na verdade, para testar a moto, já que quero viajar para bem mais longe (Paraty), com mais dias na estrada. Por falar nisso não tive nenhum problema com a moto. Amanhã vou abastecer para ver o consumo, mas acho que está na base de 25 km/litro. Uma média baixa. Depois que troquei o carburador ficou assim.

Em Charqueada eu conheci Maria José, a Zeza, uma mulher cheia de histórias. Perguntei para ela o que eu podia encontrar em Charqueada. Ela me respondeu e aproveitou para conversar bastante. Contou muitas histórias que virarão crônicas, com certeza. Acho que ela não gosta muito da cidade. Ela me disse que em Charqueada não tinha muita coisa. Ela falou da praça da fonte, da igreja, do lago, da feirinha.

E lá fui eu conhecer as coisas que a Zeza disse...

Para ver todas as fotos de  Charqueada clique abaixo:


 
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Objetivo: Perder 8 quilos.


Regime: São 20:40 h. Hoje comi 4 barras de cereal, um churrasquinho, uma coca-cola 600 ml, café com leite e duas fatias de pão integral (2 vezes, manhã e tarde, quase noite).

Saúde: Além de andar bastante em Charqueada, andei 3 voltas e corri mais 3 voltas no percurso do Limeirão (aproximadamente 6 km no total).











Dez mitos sobre dietas

Muitos mitos você com certeza já deve ter ouvido e talvez até possa acreditar, mas o fato é que não correspondem à realidade. Aqui vão ...