23 fevereiro 2014

Cartas ao meu amor (Parte VII)

Oi amor, tudo bem? Estou ouvindo algumas músicas legais, e essa aqui me deixou a pensar:

"Quem sabe o amor tenha chegado ao final.
Não vou pedir a porta aberta. É como olhar pra trás.
Não vou roubar teu tempo, eu já roubei demais.
Aos poucos fui ficando sem saída.
Não vou querer ser o dono da verdade
Talvez eu volte cedo ou não volte mais..."

Confesso - Ana Carolina (trechos da música)

Será que sempre tenho razão?

Já falei sobre isso, cansei de repetir, mas vivo me perguntando se tenho sempre a opinião correta. O que me incomoda é que as minhas opiniões machucam as pessoas. Não é que ofendo (ou algo parecido) as pessoas, mas eu dou opinião no que já está decidido, no que existe há tempos.

No meu novo emprego já me aconteceu de querer mudar alguma coisa e eu tive que ver algumas pessoas virando "o nariz" pois estava querendo mudar o que "sempre foi daquele jeito".

Será que devo me calar? Calar-me seria essencial, mas como fazê-lo?

Não sou do tipo de ficar calado quando vejo que posso ajudar. Mas, eis a questão: será que estou ajudando? E se a minha opinião for pior?

Devo me calar, amor? Eu sei que falo demais...

Bem, estou esquisito. Acho que é cansaço. Amanhã começo a fazer musculação. Veremos no que vai dar.

Beijo, amor. Fica em paz.

JORGE LEITE DE SIQUEIRA



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